Iniciativa faz parte do projeto ”Conhecendo o Estatuto do
Idoso, Um Caminho Para se Efetivar a Cidadania de Todos”, desenvolvido
nos Centros de Convivência do município
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A secretária Maria da Silva Souza fala da importância de conhecer o Estatuto do Idoso | Foto: Bruno do Carmo/PMC |
Um encontro dos servidores e entidades que atuam com idosos em
Colombo, aconteceu no dia 15, na Regional Maracanã. A palestra
ministrada pela Psicóloga Thelma Curupaná, orientou os presentes sobre a
importância de lutar para que os direitos, previstos no “Estatuto do
Idoso”, sejam respeitados. Como conseqüência, diminuir as notificações e
denúncias de violência contra a terceira idade. Cerca de 80 pessoas
participaram do evento.
A iniciativa faz parte do projeto ”Conhecendo o Estatuto do Idoso, Um
Caminho Para se Efetivar a Cidadania de Todos”, desenvolvido nos
Centros de Convivência do município. Nesta ocasião, são realizadas
dinâmicas de grupo com questões relacionadas à aposentadoria,
envelhecimento, convivência familiar, autoestima, luto, limitações
físicas, mentais e o importante papel do idoso na sociedade.
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Servidores e entidades que trabalham com idosos participam da palestra ministrada pela psicóloga Thelma Curupaná | Foto: Bruno do Carmo/PMC |
“O envelhecimento populacional é atualmente um fenômeno que se
manifesta claramente no Brasil, e em Colombo não é diferente, por isso
precisamos trabalhar este tema, nos capacitar e repassar estas
orientações para os idosos”, disse a secretária da Ação Social e
Trabalho, Maria da Silva Souza.
Envelhecer
De acordo com pesquisas reveladas pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), o Sul e Sudeste, são as regiões no país
com maior número de idosos, com 8,1% da população. Durante o século 21, o
número de brasileiros com mais de 65 anos, passou de 12,4 milhões para
48,9 milhões.
De acordo com a psicóloga do Centro de Referência Especializado de
Assistência Social (CREAS), Thelma Curupaná, hoje, o Brasil possui cerca
de 20 milhões de idosos, o que representa 10% da população do País, a
maioria entre 60 e 64 anos.
“O processo de envelhecimento é muito rápido, por isto precisamos
criar sempre dinâmicas e políticas públicas para acompanhar. Na maioria
das situações, eles não têm o apoio das famílias, que estão sempre
ocupadas com suas atividades. Neste contexto acabam se sentindo
sozinhos, por isto é necessário ações e projetos que visam oferecer
qualidade de vida”, concluiu.
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