Forbes divulgou lista das 124 pessoas mais ricas do Brasil, que acumulam um patrimônio que ajuda a entender porque o País é considerado um dos mais desiguais do mundo

Entre os 124 multimilionários brasileiros
apenas o cofundador de
Facebook,
Eduardo Saverin, constituiu seu patrimônio
por meio da
internet (Forbes)

Entre os 124 multimilionários brasileiros
apenas o cofundador de
Facebook,
Eduardo Saverin, constituiu seu patrimônio
por meio da
internet (Forbes)
Estas 124 pessoas integram a última lista de multimilionários
divulgada nesta segunda-feira pela revista ‘Forbes’, que inclui todos os
brasileiros cuja fortuna supera R$ 1 bilhão.
O investidor chefe do fundo 3G Capital, Jorge Paulo Lemann, que acaba
de adquirir a fabricante de ketchup Heinz e é um grande acionista da
cervejaria AB InBev e do Burger King, ficou com o primeiro lugar.
A fortuna de Lemann, de 74 anos, chega a R$ 38,24 bilhões, enquanto o
segundo da lista, Joseph Safra, empresário de origem libanesa e dono do
banco Safra, tem ativos de R$ 33,9 bilhões.
A maioria das fortunas corresponde a membros de famílias que dominam
as grandes empresas de setores como mídia, bancos, construção e
alimentação.
Entre os 124 multimilionários brasileiros apenas o cofundador de
Facebook, Eduardo Saverin, constituiu seu patrimônio por meio da
internet.
O empresário Eike Batista, que chegou a ser o sétimo homem mais rico
do mundo e perdeu parte de sua fortuna pela vertiginosa queda do valor
das ações de sua companhia petrolífera OGX e do resto das empresas de
seu conglomerado EBX, ficou em 52º lugar na lista.
A grande fortuna concentrada por estes milionários comprova a
veracidade dos indicadores oficiais que classificam o Brasil como um dos
países com maiores disparidades entre ricos e pobres.
O índice de Gini do país foi de 0,501 pontos em 2011, em uma escala
de zero a um, na qual os valores mais altos mostram uma disparidade mais
profunda entre ricos e pobres.
Cerca de 41,5% das rendas trabalhistas se concentram nas mãos de 10%
dos mais ricos, segundo dados do censo de 2010, enquanto metade da
população vivia, nesse ano, com uma renda per capita mensal de menos de
R$ 375.
Revista Exame
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